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10 de jan de 2017

Protetora é condenada por matar milhares de cães e gatos

Os animais morreram de forma cruel e dolorosa, recebendo injeção de produtos eutanásicos, sem sedação  e em doses inferiores às recomendadas, além de terem sido aplicados em músculos e não por via intravenosa. De acordo com a sentença, isso provocou aos animais uma morte lenta e dolorosa.

Foto divulgação abrigo Rússia

Todo essa crueldade foi cometida por uma mulher que se apresentava como defensora dos animais, Carmem Marim Aguilar, presidente de uma associação de defesa dos animais no sul da Espanha,

Carmem foi condenada pelo juizado criminal da cidade de Málaga a três anos e nove meses de prisão e multa de 19.800 euros, por delitos de maus-tratos a animais domésticos e falsificação de documentos.

Felipe Barco Gómes, funcionário do abrigo Parque Animal, onde funcionava a associação, também foi condenado a um ano de prisão e multa de 3.600 euros.

De acordo com a sentença, divulgada nesta segunda-feira (04) a suposta defensora injetava os produtos com a ajuda do funcionário, que segurava os animais, após desligar as câmeras de segurança e colocar música em alto volume para disfarçar os uivos.

O crime foi descoberto por fiscalização realizada no abrigo, que apontou um total de 2.183 animais mortos, entre janeiro de 2009 a outubro de 2010.


O motivo apontado no processo para tal barbaridade foi a redução de despesas com os animais.

Fonte: IstoÉ

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3 comentários:

Anônimo disse...

Vagabunda assassina desgraçada,uma peste dessas tinha que tomar as mesmas doses que aplicou no animal

Anônimo disse...

Aplicaria a mesma pena que ela aplicou aos animais indefesos e inocentes... qualquer outra penalidade não a fará reparar o mal que fez!

Unknown disse...

Deveria ter mesmo tratamento.